Havia muito tempo que tinha estado com uma mulher assim.
Não estava celibatário desde que a esposa morrera, mas não sentia nada com ninguém há tanto tempo que a emoção era atordoante.
Sentiu os seios de Chantal, sentiu o corpo dela tremer debaixo do dele, os quadris se erguendo, beijou - a mais uma vez.
Paz, pensou ele, os lábios separando os dela, a língua movendo - se pelo interior macio e entumecido do lábio, provando sua boca e a quentura e a humidade dentro dela. Não tinha paz a anos.
Perdera a família, a esposa, o círculo de amigos.
Perdera tudo quando percebera que não poderia continuar a tradição dos Mantheakis, pois ser um membro da família, co clã, o estava matando assim como matou sua esposa.
Tinha de desistir de algo.
Então desistiu do passado, do futuro, da alma. Mas agora, aqui, com a princesa, não estava tão desconectado. Quase sentia - se vivo novamente.
Fizera sexo inúmeras vezes nos últimos anos, mas nunca fizera amor.
E de alguma forma queria fazer amor com a princesa que parecia quase tão sozinha quanto ele.
Ela o estava fazendo arder. Sentia - se como um jovem apaixonando - se pela primeira vez. Mas não era amor. Era medo. Era alegria. Era gratidão por sobreviver a mais um dia.
Queria dar a ela tudo que havia negado às mulheres que haviam passado por sua vida desde que Katina morrera.
Sentiu a princesa respirar rápido quando a mão dele acariciou seu quadril. Era tão esbelta, delicada, e ele a puxou para perto, os seios macios contra o peito dele.
Ergueu brevemente o corpo, posicionou - se entre as pernas dela e sentiu o corpo buscá - la, procurando seu calor, e sentiu sua maciez, a maneira como seu corpo cedia.
Deslizou as mãos por entre suas pernas para sentir se ela pronta para ele, e estava. Seu corpo estava quente, molhado, desejoso. Isso era certo?, perguntou - se, enquanto a beijava.
Quando a penetrou, movendo - se com cuidado para não machucá - la, sentiu algo dentro dele se romper, uma pequena lágrima, e soube que cometera um enorme erro tático. Esta não era uma mulher que ele poderia ter. Mas também não era uma mulher que ele poderia esquecer.
Não estava celibatário desde que a esposa morrera, mas não sentia nada com ninguém há tanto tempo que a emoção era atordoante.
Sentiu os seios de Chantal, sentiu o corpo dela tremer debaixo do dele, os quadris se erguendo, beijou - a mais uma vez.
Paz, pensou ele, os lábios separando os dela, a língua movendo - se pelo interior macio e entumecido do lábio, provando sua boca e a quentura e a humidade dentro dela. Não tinha paz a anos.
Perdera a família, a esposa, o círculo de amigos.
Perdera tudo quando percebera que não poderia continuar a tradição dos Mantheakis, pois ser um membro da família, co clã, o estava matando assim como matou sua esposa.
Tinha de desistir de algo.
Então desistiu do passado, do futuro, da alma. Mas agora, aqui, com a princesa, não estava tão desconectado. Quase sentia - se vivo novamente.
Fizera sexo inúmeras vezes nos últimos anos, mas nunca fizera amor.
E de alguma forma queria fazer amor com a princesa que parecia quase tão sozinha quanto ele.
Ela o estava fazendo arder. Sentia - se como um jovem apaixonando - se pela primeira vez. Mas não era amor. Era medo. Era alegria. Era gratidão por sobreviver a mais um dia.
Queria dar a ela tudo que havia negado às mulheres que haviam passado por sua vida desde que Katina morrera.
Sentiu a princesa respirar rápido quando a mão dele acariciou seu quadril. Era tão esbelta, delicada, e ele a puxou para perto, os seios macios contra o peito dele.
Ergueu brevemente o corpo, posicionou - se entre as pernas dela e sentiu o corpo buscá - la, procurando seu calor, e sentiu sua maciez, a maneira como seu corpo cedia.
Deslizou as mãos por entre suas pernas para sentir se ela pronta para ele, e estava. Seu corpo estava quente, molhado, desejoso. Isso era certo?, perguntou - se, enquanto a beijava.
Quando a penetrou, movendo - se com cuidado para não machucá - la, sentiu algo dentro dele se romper, uma pequena lágrima, e soube que cometera um enorme erro tático. Esta não era uma mulher que ele poderia ter. Mas também não era uma mulher que ele poderia esquecer.
Nenhum comentário:
Postar um comentário