Depois de analisar os arquivos. Demetrius soube que não poderia recusar o trabalho. O rei Malik Nuri e os membros da realeza dos Ducasse não sabiam como lidar com esse tipo de ameaça. Demetrius sabia. Oferecia a forma mais sórdida de proteção e intimidação.
Normalmente não cometia erros.
Cometera um hoje e nunca mais se esqueceria. Nem o repetiria.
O solo ficou macio sob os pés dele e as vozes e gritos dos passageiros se distanciavam. A tripulação havia encontrado terra no meio do Atlântico. Seriam recompensados por isso.
Ouviu o som interminável e monótono da água contra a areia. O jatinho aterrissara perto do oceano. Se tivessem ultrapassado a pista um pouquinho, teriam se despedaçado na água. Outro milagre.
Demetrius se agachou e deitou Chantal na areia quente e imóvel. Verificou os sinais vitais e ela parecia bem. A pancada na cabeça dela o preocupava. Parte da parede acolchoada voaram na direção deles.
Desejou ter uma lanterna. Queria verificar os olhos dela, ver se estavam tão dilatados quanto temia.
- Lilly?
- Ela está bem. Chantal. Deite - se, relaxe.
- Onde ela está?
- Em casa.
- Ela não estava no avião.
- Não.
- Graças a Deus. Nós sobrevivemos. E os outros?
- Sei que há sobreviventes. Vi alguns passageiros reunidos do lado de fora dos destroços.
- O avião, você quer dizer? - Temos de ir. Precisamos estar lá. Eu tenho de estar lá. Preciso ajudar. As pessoas estão feridas...
- Não pode.
- Eu preciso.
- Não é seguro.
- Por quê?
- Muito volátil.
- O avião, quer dizer?
Normalmente não cometia erros.
Cometera um hoje e nunca mais se esqueceria. Nem o repetiria.
O solo ficou macio sob os pés dele e as vozes e gritos dos passageiros se distanciavam. A tripulação havia encontrado terra no meio do Atlântico. Seriam recompensados por isso.
Ouviu o som interminável e monótono da água contra a areia. O jatinho aterrissara perto do oceano. Se tivessem ultrapassado a pista um pouquinho, teriam se despedaçado na água. Outro milagre.
Demetrius se agachou e deitou Chantal na areia quente e imóvel. Verificou os sinais vitais e ela parecia bem. A pancada na cabeça dela o preocupava. Parte da parede acolchoada voaram na direção deles.
Desejou ter uma lanterna. Queria verificar os olhos dela, ver se estavam tão dilatados quanto temia.
- Lilly?
- Ela está bem. Chantal. Deite - se, relaxe.
- Onde ela está?
- Em casa.
- Ela não estava no avião.
- Não.
- Graças a Deus. Nós sobrevivemos. E os outros?
- Sei que há sobreviventes. Vi alguns passageiros reunidos do lado de fora dos destroços.
- O avião, você quer dizer? - Temos de ir. Precisamos estar lá. Eu tenho de estar lá. Preciso ajudar. As pessoas estão feridas...
- Não pode.
- Eu preciso.
- Não é seguro.
- Por quê?
- Muito volátil.
- O avião, quer dizer?
Nenhum comentário:
Postar um comentário