O jatinho parte da frota real de La Croix, estremeceu, e a princesa Chantal Thibaudet olhou de relance para cima, seu chá balançando na xícara.
Tinha sido um vôo relativamente tranquilo até agora.
Estavam voando há quase três horas - a meio caminho de casa em La Croix, saindo de sua estada de uma semana em Nova York - e, embora sua secretária e sua dama de companhia estivessem felizes, Chantal estava desesperada para voltar para casa e para a filha.
Contudo, controlava - se para nao demonstrar inquietação, sua expressão permanecendo neutra, treinada por anos de serviço público para sempre esconder o que realmente estava sentindo.
Por um momento, a desolação de seu futuro a deixou desorientada, as paredes, as regras, o silêncio...
Não era a vida que pensou que teria.
Sempre tinha sido tão boa, tão séria sobre tudo, sempre teve certeza de que a vida transcorreria de maneira diferente.
Abrupatamente o avião caiu, uma guinada que fez com que o séquito de Chantal soltasse risadas nervosas e olhasse de relance ao redor, verificando outras reações.
A própria Chantal passou os olhos pelos grupos de passageiros.
Seus assistentes brincalhões, dois representantes da imprensa, diversos homens espalhados, executivos, amigos dos Thibaudet, a tripulação.
Odiava vôos turbulentos.
Eram inerentes ao vôo, e ela crescera em aviões, mas agora que era mãe, Chantal temia as decolagens e aterrissagens e as turbulências entre elas.
A aeronave sacudiu.
O jatinho despencou outra vez, uma queda mais acentuada.
Não gostou disso.
Mas tentou parecer calma.
Nao iam colidir.
Era apenas turbulência.
Nada sério.
Os aviões enfrentavam turbulência a toda hora.
Uma comissária de vôo da companhia aérea real de La Croix veio rapidamente na direção de Chantal.
Tinha sido um vôo relativamente tranquilo até agora.
Estavam voando há quase três horas - a meio caminho de casa em La Croix, saindo de sua estada de uma semana em Nova York - e, embora sua secretária e sua dama de companhia estivessem felizes, Chantal estava desesperada para voltar para casa e para a filha.
Contudo, controlava - se para nao demonstrar inquietação, sua expressão permanecendo neutra, treinada por anos de serviço público para sempre esconder o que realmente estava sentindo.
Por um momento, a desolação de seu futuro a deixou desorientada, as paredes, as regras, o silêncio...
Não era a vida que pensou que teria.
Sempre tinha sido tão boa, tão séria sobre tudo, sempre teve certeza de que a vida transcorreria de maneira diferente.
Abrupatamente o avião caiu, uma guinada que fez com que o séquito de Chantal soltasse risadas nervosas e olhasse de relance ao redor, verificando outras reações.
A própria Chantal passou os olhos pelos grupos de passageiros.
Seus assistentes brincalhões, dois representantes da imprensa, diversos homens espalhados, executivos, amigos dos Thibaudet, a tripulação.
Odiava vôos turbulentos.
Eram inerentes ao vôo, e ela crescera em aviões, mas agora que era mãe, Chantal temia as decolagens e aterrissagens e as turbulências entre elas.
A aeronave sacudiu.
O jatinho despencou outra vez, uma queda mais acentuada.
Não gostou disso.
Mas tentou parecer calma.
Nao iam colidir.
Era apenas turbulência.
Nada sério.
Os aviões enfrentavam turbulência a toda hora.
Uma comissária de vôo da companhia aérea real de La Croix veio rapidamente na direção de Chantal.
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