Lembrou - se de Armand. A risada morreu na boca, estrangulada na garganta. Homens duros e fortes não eram o tipo que queriam conhecer.
O jatinho mergulhou e, de algum lugar atrás de Chantal, uma mulher soltou um grito longo e aterrorizante que parecia continuar enquanto o jato movia - se ruidosamente em direçao ao oceano.
- Estou aqui.
- Estamos caindo.
- Estamos caindo rápido.
Havia dureza em sua voz. Ela sentiu urgência e o perigo. Dois seres humanos... mortais... nenhuma distinção entre ninguém agora.
- Obrigada por fazer isso. Ficar comigo.
- É um prazer.
As máscaras de oxigenio caíram.
Chantal olhou para o objeto balançando na sua frente e se lembrou de todas as orientações de vôo. Alcançou a máscara e ajustou - a sobre o nariz.
Olhou para Demetrius. A máscara dele estava no lugar.
- Quero ir pra casa.
- Para sua filha. - Ela balançou a cabeça concordando. - Conte - me sobre ela. Quantos anos tem? Qual a cor favorita dela?
- Quatro. - A pressão nos ouvidos e na cabeça era intolerável. - Verde.
O avião estava caindo, girando, e seu cinto de segurança se esticou, mal a mantendo presa no assento.
- Como ela é?
Chantal não conseguiu descrever a filha. Tímida. Ela é tímida.
Imaginou Lilly, manteve o rosto da filha diante dos olhos, guardou o amor por ela no coração. Enquanto o mundo girava, Chantal percebeu pela primeira vez que o amor poderia não ser aprisionado; está vivo por todo o universo.
O amor é inerente a cada organismo vivo, cada criatura e homem.
Lilly ficaria bem. Teria a tia Nic e a tia Joelle, o vovô e a vovó e sempre teria o povo de Mellio que a amaria.
Uma voz ecoou pelo alto falando do avião. O comandante anunciava que tentariam aterrissar.
- Segurem - se.
O braço de Demetrius agora forçava a cabeça dela para baixo novamente, fazendo - a parecer uma bola.
Eu amo voce, Lilly.
- Segure - se. - Demetrius a empurrou mais uma vez, a mão segurando com firmeza a nuca dela.
Estou me segurando.
O jatinho mergulhou e, de algum lugar atrás de Chantal, uma mulher soltou um grito longo e aterrorizante que parecia continuar enquanto o jato movia - se ruidosamente em direçao ao oceano.
- Estou aqui.
- Estamos caindo.
- Estamos caindo rápido.
Havia dureza em sua voz. Ela sentiu urgência e o perigo. Dois seres humanos... mortais... nenhuma distinção entre ninguém agora.
- Obrigada por fazer isso. Ficar comigo.
- É um prazer.
As máscaras de oxigenio caíram.
Chantal olhou para o objeto balançando na sua frente e se lembrou de todas as orientações de vôo. Alcançou a máscara e ajustou - a sobre o nariz.
Olhou para Demetrius. A máscara dele estava no lugar.
- Quero ir pra casa.
- Para sua filha. - Ela balançou a cabeça concordando. - Conte - me sobre ela. Quantos anos tem? Qual a cor favorita dela?
- Quatro. - A pressão nos ouvidos e na cabeça era intolerável. - Verde.
O avião estava caindo, girando, e seu cinto de segurança se esticou, mal a mantendo presa no assento.
- Como ela é?
Chantal não conseguiu descrever a filha. Tímida. Ela é tímida.
Imaginou Lilly, manteve o rosto da filha diante dos olhos, guardou o amor por ela no coração. Enquanto o mundo girava, Chantal percebeu pela primeira vez que o amor poderia não ser aprisionado; está vivo por todo o universo.
O amor é inerente a cada organismo vivo, cada criatura e homem.
Lilly ficaria bem. Teria a tia Nic e a tia Joelle, o vovô e a vovó e sempre teria o povo de Mellio que a amaria.
Uma voz ecoou pelo alto falando do avião. O comandante anunciava que tentariam aterrissar.
- Segurem - se.
O braço de Demetrius agora forçava a cabeça dela para baixo novamente, fazendo - a parecer uma bola.
Eu amo voce, Lilly.
- Segure - se. - Demetrius a empurrou mais uma vez, a mão segurando com firmeza a nuca dela.
Estou me segurando.
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