Chantal não podia nem pensar nisso. Os Thibaudet, pais de Armand, eram frios e rígidos e controlariam cada escolha, cada pensamento, cada respiração de Lilly.
Sua cabeça girava. Seu estômago lhe causava ânsias. Sentiu que ia vomitar. Do nada uma mão pressionou a parte de trás de sua cabeça, forçando - a para baixo, empurrando seu rosto para os joelhos.
- Respire.
O toque de Demetrius era firme, embora sua voz fosse calma.
Os olhos se estreitavam enquanto lutava para se controlar.
Você tem de ficar bem, tem de se desprender. Ninguém vive para sempre... ninguém ganha sempre...
- Respire.
- Não consigo. - começou a chorar. - Não consigo...
- Você consegue. Você precisa. Vamos. Chantal, seja forte.
Depois de um instante ela se acalmou. Estava respirando novamente.
- Estou bem agora - disse.
Demetrius Mantheakis a assustava tanto quanto o estremecer do avião.
Demetrius observava a princesa sabendo que estavam em perigo; estava calmo porque não havia nada que pudessem fazer. Ou sobreviveriam ou não. De qualquer forma, ele estaria com a princesa Thibaudet. Conseguiu ficar calmo. Certas decisões já haviam sido tomadas por eles. Era uma questão de esperar.
- Estou bem agora - disse ela novamente.
- Não há nada de errado em ter medo. - Ele viu a cabeça dela se levantar, seu olhar azul encontrando o dele.
- Está com medo?
- Um pouco.
Chantal desviou o olhar, seus dedos pressionando o metal frio dos braços da poltrona. Estava com muito medo.
- Vamos sobreviver?
- Vamos tentar de toda maneira.
Sua cabeça girava. Seu estômago lhe causava ânsias. Sentiu que ia vomitar. Do nada uma mão pressionou a parte de trás de sua cabeça, forçando - a para baixo, empurrando seu rosto para os joelhos.
- Respire.
O toque de Demetrius era firme, embora sua voz fosse calma.
Os olhos se estreitavam enquanto lutava para se controlar.
Você tem de ficar bem, tem de se desprender. Ninguém vive para sempre... ninguém ganha sempre...
- Respire.
- Não consigo. - começou a chorar. - Não consigo...
- Você consegue. Você precisa. Vamos. Chantal, seja forte.
Depois de um instante ela se acalmou. Estava respirando novamente.
- Estou bem agora - disse.
Demetrius Mantheakis a assustava tanto quanto o estremecer do avião.
Demetrius observava a princesa sabendo que estavam em perigo; estava calmo porque não havia nada que pudessem fazer. Ou sobreviveriam ou não. De qualquer forma, ele estaria com a princesa Thibaudet. Conseguiu ficar calmo. Certas decisões já haviam sido tomadas por eles. Era uma questão de esperar.
- Estou bem agora - disse ela novamente.
- Não há nada de errado em ter medo. - Ele viu a cabeça dela se levantar, seu olhar azul encontrando o dele.
- Está com medo?
- Um pouco.
Chantal desviou o olhar, seus dedos pressionando o metal frio dos braços da poltrona. Estava com muito medo.
- Vamos sobreviver?
- Vamos tentar de toda maneira.
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