quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O vigilante tornara - se profissional, especialista em resolver e proteger de crimes.

Sua empresa de segurança era considerada uma das melhores do mundo, e ele fez fortuna atraves do medo das pessoas, construiu um imperio com a ideia de que o que acontecera a Katina nunca deveria acontecer a mais ninguem.

- Demetrius? Ainda esta ai? - Avel Dragonouis, o especialista grego em segurança que Demetrius enviara a Melio para trabalhar com os detetives do palacio, surgiu na linha. - Desculpe deixa - lo esperando.

- O que aconteceu?

- Havia uma camera no quarto dela aqui no palacio. Nos a encontramos disfarçada em uma parede. Nao e de alta tecnologia, nao deve ser da policia nem do governo.

- Onde estava a camara?

- Posicionada sobre a cama dela.

- Um voyer pervertido, alem de tudo.

- Alguem verificou os quartos dela em La Croix?

- Ate agora o rei e a rainha tem se recusado a cooperar com nossa investigaçao...

- Nos so queremos que o quarto dela seja verificado.

- Dizem que é invasao de privacidade.

- Melhor perder a princesa, certo? Muito bem. Mantenha - me informado.

Demetrius viu Chantal nervosa, esfregando as maos no carro.

Sua cabeça estava abaixada. Mas ele sentiu sua vulnerabilidade.

Os Thibaudet precisavam ser investigados.

Antes de entrar no chuveiro, Demetrius fez mais uma ligaçao, desta vez para seu escritorio em Atenas. Era hora de começar um inquerito sobre as vidas de Phillipe e Catherine Thibaudet. Queria saber tudo sobre eles. Tambem queria saber tudo sobre Armand, seu falecido filho unico, o principe com quem Chantal se casara.

No chuveiro, Demetrius refletiu sobre tudo que sabia sobre Chantal. A mae norte - americana. A influencia em Melio. A perda dos pais aos quatorze anos. Seu relacionamento protetor com as irmas. O casamento dificil. A filha pequena. Seu orgulho.

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