As ilhas gregas deveriam ser bonitas. Isto era um pedaço de rocha preta no meio do mar.
Momentos depois, o jato pousou na menor pista de decolagem imaginavel e, quando desceram do aviao, entraram em um Mercedes conversivel escuro com Demetrius ao volante.
- Estamos quase em casa.
- Uma casa de verdade?
- Com encanamento interno. - Ele riu.
Mas ela nao estava feliz. A ultima coisa que gostaria de fazer era rir.
- Quando posso ligar para minha filha?
- Nao pode.
Ele nao podia impedi - la de se comunicar com a propria familia. Nao tinha esse poder.
- Voce esqueceu, Demetrius, que trabalha para mim.
- Na verdade, prinecesa, trabalho para o sultao.
- Ele nao vai aprovar a maneira como esta me tratando.
- Ele conhece meus metodos.
- Eu nao teria tanta certeza assim.
- E meu povo tambem conhece. Nao pense que eles te emprestarao um telefone, um barco ou um aviao.
- Seu povo?
- A Rocha e meu mundo. Tudo nesta ilha e parte desse mundo, o unico em que confio. Aqueles que vivem aqui trabalham para mim.
- Tem certeza de que nao os possui?
- Claro que nao. Eles nao sao objetos. Mas possuo a lealdade deles. Sao meu povo.
Como sabia que podia confiar nele? Podia ser ele a ameaça.
E se nao tivesse sido realmente contratado pelo sultao? E se trabalhasse para outra pessoa? E se...?
- Se existe algo em sua mente, diga.
Dizer isso? Perguntou - se silenciosamente, pensando no passado. Tinha perdido muitos anos em silencio.
Foram anos e anos sendo educadamente ignorada. Em La Croix, nunca fora uma mulher, muito menos uma princesa real.
Momentos depois, o jato pousou na menor pista de decolagem imaginavel e, quando desceram do aviao, entraram em um Mercedes conversivel escuro com Demetrius ao volante.
- Estamos quase em casa.
- Uma casa de verdade?
- Com encanamento interno. - Ele riu.
Mas ela nao estava feliz. A ultima coisa que gostaria de fazer era rir.
- Quando posso ligar para minha filha?
- Nao pode.
Ele nao podia impedi - la de se comunicar com a propria familia. Nao tinha esse poder.
- Voce esqueceu, Demetrius, que trabalha para mim.
- Na verdade, prinecesa, trabalho para o sultao.
- Ele nao vai aprovar a maneira como esta me tratando.
- Ele conhece meus metodos.
- Eu nao teria tanta certeza assim.
- E meu povo tambem conhece. Nao pense que eles te emprestarao um telefone, um barco ou um aviao.
- Seu povo?
- A Rocha e meu mundo. Tudo nesta ilha e parte desse mundo, o unico em que confio. Aqueles que vivem aqui trabalham para mim.
- Tem certeza de que nao os possui?
- Claro que nao. Eles nao sao objetos. Mas possuo a lealdade deles. Sao meu povo.
Como sabia que podia confiar nele? Podia ser ele a ameaça.
E se nao tivesse sido realmente contratado pelo sultao? E se trabalhasse para outra pessoa? E se...?
- Se existe algo em sua mente, diga.
Dizer isso? Perguntou - se silenciosamente, pensando no passado. Tinha perdido muitos anos em silencio.
Foram anos e anos sendo educadamente ignorada. Em La Croix, nunca fora uma mulher, muito menos uma princesa real.
Nenhum comentário:
Postar um comentário