segunda-feira, 19 de setembro de 2011

- Esta nao e a minha casa.

- Sera durante o proximo mes.

Mes? Ele estava louco? Esforçou - se para sair do conversivel , o lado direito do corpo com uma dor latejante. Suas costelas ardiam desde que entraram no aviao, mas a dor fisica nao era nada comparada à perda de Lilly.

- Voce nao quer dizer realmente um mes.

- Nao esta em condiçoes de lutar comigo. Mal cosegue ficar de pe.

- Estou otima.

- O medico julgara isso. Ele esta a caminho.

Dentro da casa, Demetrius subiu ate sua suite no segundo andar, verificando os recados no celular.

A maioria das chamadas nao era urgente, mas a mensagem da segurança do palacio de Melio era. Ligou para o chefe de segurança enquanto se dirigia à janela do quarto. A princesa ainda estava apoiada no carro. Parecia furiosa. Frustrada.

Ele nao a culpava. Tambem estava frustrado. Transar fora um erro. Nunca deveria ter perdido o controle. Mas a culpa nao resolveria nada.

Naqueles primeiros anos depois de ter rompido com a familia.

- A familia - , ele esperava uma bala nas costas a qualquer momento. Nao se saia da familia. Ele era o primeiro em decadas. Mas sua raiva tinha sido tao grande, sua perda tao grave que os lados opostos respeitaram sua dor e deixaram - no ir.

Naturalmente houve tentativas de leva - lo de volta "para casa" , de influencia - lo, persuadi - lo, - dinheiro, intimidaçao psicologica , ameaças fisicas -, mas Demetrius estava insensivel demais para temer a morte. E teve sua vingança e buscou sua liberdade , um trabalho de cada vez.

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