quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E eu fiquei triste porque ele precisou sofrer acidente pra perder um braço e ainda por cima perdeu a namorada dele, que talvez poderia ser ate o grande amor da vida dele...
Ainda se fosse de nascença eu ficaria chateada, mas nao tanto como eu fiquei em saber disso e tantas pessoas por ai com os dois braços fazendo mal pra muita gente, matando, roubando, maquinando o mau...
Eu acho que essas pessoas sim, deveriam ser marcadas pelo destino, mas nao...
Ha coisas que nos revoltam, mas Deus sabe de tudo o que faz, essas pessoas que sao marcadas pelo destino, sao pessoas quetem liçoes de vida pra nos mostrar, ja as pessoas que so aprontam, se passassem por isso, talvez nem teriam como falar as suas dores, as suas experiencias e nem teriam como se manter vivas, pois elas acabam se definhando logo ou se matando logo de uma vez pra nao sofrer, porque o que eles nao querem e sofrer, mas fazer os outros sofrerem, ai sim...
E o meu cunhado nao ganhou nem os votos pra chegar quase la na camara dos vereadores de Sao Paulo, entao, infelizmente, ele nao conseguiu nada, depois que as urnas foram abertas, so obteve mais votos aqui mesmo na nossa zona leste.
Mas, antes das eleiçoes, teve um showmicio aqui no Jardim Nordeste, cujo qual eu fui e se apresentaram la varios politicos do PT, dentre eles, o entao senador Eduardo Suplicy, ex marido da ex prefeita Marta Suplicy, do mesmo estado.
Nossa... Eu vi como o Suplicy era alto e forte, ate me assutei quando eu peguei na mao dele e ele foi de maos dadas comigo ate uma certa parte do caminho, ali perto daquela rua que vai pro Jardim Coimbra, ali no centro do bairro ainda, onde foi montado um palanque, onde todos os candidatos proximos do bairro e o Suplicy falaram e quando chegou a vez do meu cunhado, ali eu pude ver que ele nao levava mesmo jeito pra coisa, ele falava tao lento e tao baixo, tao sem firmeza e tao sem força no pulmao que dali eu vi que ele nao ia conseguir ganhar nem pra entrar na porta da camara, quanto fara pra entrar la dentro e sentar - se na cadeira de vereador.
E eu fiquei la, um pouco no meio da pracinha do bairro, proxima ao ponto final, escutando coversas, como o de sempre e uma das amiguinhas da Luciana perguntou se ia ou nao ter churrasco la na casa dela e a Luciana falou que nao sabia, e que qualquer coisa ela chamava as colegas dela e eu, escutando aquilo, como nunca tinha lugar pra ir, so ia na igreja e mais nada, logo fui me levantando e perguntando: " - Vai ter mesmo, Luciana?" e ela olhou pra mim e respondeu que "nao sabia ainda" e eu fui logo me oferecendo: " - Se tiver, me chama?" e ela respondeu mais que depressa: " - Ta, se tiver, eu pesso pra mae e pro pai deixar voces irem, se eles deixarem, eu chamo voces, ta?" ela me respondeu bem assim... Deixar? Sera que os pais dela tinham que deixar a gente ir ao churrasco na casa dela?

Nenhum comentário:

Postar um comentário