terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

E ele falou que era pra eu deixar a lixa com o calendario perto do medidor da caixa de agua que mais tarde a mae dele pegaria.
E eu fiquei feliz e deixe la e fiquei falando pra todo mundo que tinha conquistado a sogra com uma lixa de unha que eu deixei la...
Sem pensar que depois de anos a fim, apareceria outra que daria presentes caros e finissimos pra ela, e claro que ela iria preferir a garota dos presentes caros e finos do que a garota que deu uma lixa peba pra ela, com um calendario junto, ela iria preferir os presentes caros e finos ate o momento que ela conhecesse na verdade quem era a Silvia, ai depois ela ficaria pedindo a Deus que ele tivesse escolhido a garota da lixa de unha mesmo, pois o presente era pobre mais era com sinceridade e de coraçao.
Mas, infelizmente ele preferiu a Silvia que foi a garota que deu um filho pra ele, acho que a primeira que engravidasse ele ficava, porque foi assim que se sucedeu o assunto na epoca do suposto casamento dele.
E voltando ao ano dos cara pintada, eu fazia a campanha politica pro meu cunhado e aqui em casa as coisas, iam mais ou menos bem, sempre com confusao por causa do Miguel, segundo o meu pai, as confusoes eram sempre por causa do Miguel e nao por causa das atitudes dele.
E sempre tinham showmissios, e o Cicero veio me chamar pra ir num la na Paulista e como eu nunca saia de casa, me arrumei toda e fomos, eu, o Cicero, a Adna, a Cleia, a Patricia, a Luciana e o Dudu, e os meus pais ficaram em casa, prometendo que iam no proximo, e eu fiquei la naquele meio e tinha muitos maconheiros, gente esquisita ali e um deles ja começou a zuar comigo, me zuando e eu falei umas coisas ali pra Patricia revidando e vi que o fedor da maconha tava demais e acabamos saindo de la, pra nao ter mais briga e nem discussao, tinha umas barraquinhas la, ate que uns tempos desses ai, tinha ainda umas fotos do shouwmissio, onde o Dudu ainda era pequenininho, acho que ele deveria de ter uns dois aninhos, sei la, porque agora ele ta um homem...
E fomos embora pra casa e sempre tinha alguma novidade pra poder contar dos finais de semana, e os meus sempre eram de ir na igreja.
E a minha irma ficou querendo saber do Warley, sem bracinho, que tava la no dia da Avenida Paulista e eu contei pra ela a historia que ele sofreu acidente de moto com a namorada dele que acabou morrendo na hora.
E eu fiquei imaginando o tanto que ele sofreu e o tanto que ele sofria ao contar pras pessoas o porque dele nao ter braço e eu fiquei me lembrando no primeiro dia que ele conseguiu contar pra todos nós na faculdade.

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