sábado, 1 de outubro de 2011

- Voce tem um fã obcecado.

Chantal sentou - se lentamente em um dos sofás cobertos de um tecido azul e esforçou - se para assimilar isso tudo. Fora envenenada. Envenenada. Isso significava que alguem tinha se aproximado o bastante de sua comida, sua bebida... essa pessoa podia ir à cozinha ou à sala de jantar sem levantar suspeitas.

- Isso é loucura. E quanto a Lilly? Há alguma indicaçao de que ela possa ser alvo?

- Nao. Nada. Os avós a mantém bem protegida. É com você que estamos preocupados. E não eliminamos a possibilidade de que a ameaça possa vir dos Thibaudet...

- Nao.

- Nao podemos elimina - las, princesa. Ambas as tentativas aconteceram ou no castelo ou proximo.

- Nao... Nao tive um relacionamento cordial com os pais de Armand, mas eu os conheço, e nao posso acreditar que fariam parte de algo tao... repreensivel. Podem ser insensíveis, mas nao sao maldosos.

Ele nao disse nada. Simplesmente a fitou em silencio.

Seria um adversario implacavel.

Nunca aceitaria a derrota.

- A rainha Thibaudet praticamente foi criada com minha avó. Eram amigas de infância. Os Thibaudet sao pessoas boas.

- Pessoas boas que querem a custodia de Lilly. E estao cansadas de lutar contra voce...

- Eles nao lutam contra mim. Amarraram completamente minhas maos!

- Mesmo assim, voce os preocupa. Voce é... uma pedra... no caminho deles. - Seus olhos se estreitaram. - Eles nao disseram isso a voce?

Ela fechou os olhos. Disseram. Mas como ele sabia?

- Como voce pode ter ouvido?

- Todo palacio tem ouvidos.

Batidas soaram na porta e uma jovem empregada apareceu na entrada. Inclinou a cabeça e falou com Demetrius em grego. Ele respondeu e virou - se para Chantal.

- O doutor esta aqui. Esta esperando la em cima.

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