quinta-feira, 10 de março de 2011

Nao sabia ate quando eu iria te - los comigo, entao eu teria que cuidar bem deles ate quando eles vivessem.
E eles perguntaram se eu havia gostado ou nao do passeio e eu contei tudo do buggy e do skibunda nao, porque o meu pai nao podia nem sonhar em saber com quem eu havia ido no skibunda, se eu fui sozinha ou nao.
So quando chegamos no hotel e que eu contei pra minha mae sobre o skibunda e ela pediu pelo amor de Deus pra eu esconder aquela foto porque senao o meu pai iria ate pensar besteira, do jeito que ele era ja viu...
E foi o que eu acabei fazendo, devo ter ate hoje essa foto escondida debaixo de sete chaves, foto que eu olho e que agora eu dou ate risada.
E o passeio foi otimo, maravilhoso, uma coisa que e pra eu guardar na memoria e nao esquecer nunca mais.
Tambem fomos ao maior cajueiro do mundo, coisa que eu nunca tinha visto e fui pela primeira vez no ano anterior e adorei, repetimos o passeio novamente.
Mas fomos de novo, repetir a mesma dose, e de um ano para o outro, as coisas acabaram mudando muito.
Tiramos bastante fotos do maior cajueiro do mundo e o meu pai viu que o pe de caju cresceu mais ainda e ele ate comentou conosco.
Era bom porque podiamos ate roubar uns cajuzinhos pra leva - los como lembrança, nao sei se dava pra levar pra casa, porque ate voltarmos, os cajus poderiam estar ate podres e estragados.
Tinha muitas barracas de artesanatos, la ao lado do maior cajueiro do mundo e o meu pai nao deixou a gente levar os cajus que estavam lindos, pois ele disse que era patrimonio historico e que ninguem podia mexer, depois que colocamos os tres cajus um do lado do outro e tiramos fotos deles ali juntinhos e os abandonamos ali, que dó, ele perguntou dos cajus e a minha mae falou que tinha deixado la, e ele falou que era pra trazermos e eu nao entendi qual era a dele...
E nas barracas eles vendiam roupas artesanais de ir à praia e vendiam lembrancinhas do maior cajueiro do mundo.
Saimos de la e fomos rumo à Joao Pessoa, pois quase todas as viagens de um tempo pra ca, passavamos em Joao Pessoa, desde 1991.
A cidade de Joao Pessoa, capital do estado da Paraiba, onde as mulheres recebiam sempre o titulo de "mulher macho sim senhor", por serem mulheres fortes e de fibra, era uma cidade linda, parecia ate cidade de boneca.
E seu cartao postal era aquela pracinha com um laguinho no meio, lago que eu achava que era totalmente inofensivo, mas eu acabei descobrindo pelo guia turistico, que falava que um professor foi levar seus alunos pra dar uma voltinha, num barquinho e que esse barquinho afundou e o lago era de total profundidade que fazia ate medo, pois todos os alunos, inclusive o professor, morreram afogados.

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